"Assim como os olhos dos servos estão atentos à mão de seu senhor, e como os olhos das servas estão atentos à mão de sua senhora, também os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que ele tenha misericórdia de nós. (Sl 123.2.)Em meio ao perigo, em meio ao sofrimento, em meio à confusão mental, em meio ao desespero — não é nada bom olhar para essas coisas e nelas fixar toda a atenção. Nessa hora o olhar cabisbaixo não leva a nada. É preciso levantar a cabeça, é preciso levantar os olhos para o alto, para o outro lado das nuvens escuras.Era isso que o salmista se obrigava a fazer em situações complicadas. Essa era a sua providência quase automática quando a sirene da dor e do cerco soava. Enquanto subia para Jerusalém, ele olhava para os montes, para a casa do Senhor, que estava lá em cima, e perguntava: “De onde me vem o socorro?” Então insistia com ele mesmo: “O meu socorro vem do Senhor”. E ainda acrescentava: “que fez os céus e a terra” (Sl 121.1,2).Olhar para cima e não para baixo é um exercício devocional de alto valor. É a arte do rompimento da opressão da amargura e da travessia imaginária do deserto por meio do olhar fixo no Deus que ama, no Deus que vê, no Deus que fez o céu e a terra. O argumento a favor dessa prática libertadora é simples: “Assim como os olhos dos servos estão atentos à mão do seu senhor, e como os olhos das servas estão atentos à mão de sua senhora, também os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que Ele tenha misericórdia de nós” (Sl 123.2).Só com os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, será possível correr com perseverança a corrida proposta, livrando-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve (Hc 12.1,2)!Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006)."
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
"Assim como os olhos dos servos estão atentos à mão de seu senhor, e como os olhos das servas estão atentos à mão de sua senhora, também os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que ele tenha misericórdia de nós. (Sl 123.2.)Em meio ao perigo, em meio ao sofrimento, em meio à confusão mental, em meio ao desespero — não é nada bom olhar para essas coisas e nelas fixar toda a atenção. Nessa hora o olhar cabisbaixo não leva a nada. É preciso levantar a cabeça, é preciso levantar os olhos para o alto, para o outro lado das nuvens escuras.Era isso que o salmista se obrigava a fazer em situações complicadas. Essa era a sua providência quase automática quando a sirene da dor e do cerco soava. Enquanto subia para Jerusalém, ele olhava para os montes, para a casa do Senhor, que estava lá em cima, e perguntava: “De onde me vem o socorro?” Então insistia com ele mesmo: “O meu socorro vem do Senhor”. E ainda acrescentava: “que fez os céus e a terra” (Sl 121.1,2).Olhar para cima e não para baixo é um exercício devocional de alto valor. É a arte do rompimento da opressão da amargura e da travessia imaginária do deserto por meio do olhar fixo no Deus que ama, no Deus que vê, no Deus que fez o céu e a terra. O argumento a favor dessa prática libertadora é simples: “Assim como os olhos dos servos estão atentos à mão do seu senhor, e como os olhos das servas estão atentos à mão de sua senhora, também os nossos olhos estão atentos ao Senhor, ao nosso Deus, esperando que Ele tenha misericórdia de nós” (Sl 123.2).Só com os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, será possível correr com perseverança a corrida proposta, livrando-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve (Hc 12.1,2)!Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006)."
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